autora: Ana de Paula Rodrigues - formanda em Pedagogia pela Unopar - Universidade Norte do Paraná.
Para se falar em desenvolvimento, é necessário antes refletir sobre a educação, e por falar nesta, é preciso pensar nos caminhos que esta vem transitando nos corredores dos tempos.
Não quero fazer aqui nenhuma alusão filosófica ou psicológica, quero apenas firmar o compromisso que o educador moderno deve ter ao pensar a educação como um modelo de desenvolvimento e aprendizagem. Claro está que para fazer isso, é preciso, indubitavelmente, fazer um passeio pela filosofia e consequentemente chegar até a psicologia. Sem, contudo, entrar na briga da importância ou do surgimento dessa ou daquela. O que importa, é legado que ambas deixaram para o fazer educacional.
O ser humano é um ser pensante, que busca a verdade (Sócrates, séc. IV a.C.), porém sem se tornar dono da mesma, dotado de razão, razão? Neste ponto esta palavra parece forte, né? Parece coisa de Descartes no seu “Cogito Ergo Sun: penso, logo existo”. O que é existir então? A busca da verdade? Um briga particular que se arrastou pelos anais dos tempos e se fundiu numa única verdade, a psicologia.
O surgimento do seu conceito enquanto ciência, (século XIX), pleiteou a condição de campo próprio do conhecimento, não trazendo soluções para os problemas trazidos pela educação ao longo dos tempos, mas para levar o educador a refletir na sua prática, buscando os porquês da falhas até então acarretadas.
Não está o método cientifico pautado na observação e na experimentação? A psicologia enquanto ciência está na vivencia do próprio conhecimento. O fazer do mesmo para o despertar da realidade.
Procurar justificar-se na psicologia é literalmente mergulhar-se no fracasso escolar. Deve se considerar o processo como um todo, métodos e práticas inter-relacionadas às técnicas para a busca do conhecimento sem fragmentação, mas completo em si mesmo. Teoria e prática num mesmo patamar.
Ao educador compete uma visão muito clara não apenas de “o que ensinar, mas, como ensinar”. Essa visão meio lúdica, parece fragmentada em conceitos pré-estabelecidos por diversos pensadores, mas o que trago como ponto de reflexão é que, a educação é o resultado de um processo de estudos e pesquisas sobre tudo que diz respeito ao ser humano, suas relações com o meio, sua visão de mundo e os caminhos que este busca para justificar a sua existência.
Atrevo-me até a citar o químico francês, Antoine Laurent de Lavoisier ao dizer que “na natureza, nada se perde, nada se cria, tudo se transforma”. Nesse caso, o conhecimento, acredito, é o resultado de uma transformação progressiva, nada estanque. Processa-se em cada época e de diferentes formas. Ou seja, o conhecimento está sempre se renovando diante das novas tecnologias. Isso explica a citação anterior. Nos tempos modernos se conhece uma forma de conhecimento até então pautado numa realidade ainda não vista. Os passos da educação são lentos e por isso, se busca justificativas para a explicação lógica desse ou daquele fenômeno, uma forma presunçosa de ver o mundo (FIGUEIREDO & SANTI, 2007).
Sob um olhar um tanto crítico do assunto, o ser humano já nasce moldurado pela sociedade em que deve habitar, já se lhe cria um modelo e um padrão que supostamente ele deva seguir para se tornar um homem de “sucesso”. As instituições sociais se encarregam muito bem desse papel, a família enquanto ponto de partida, a igreja, a escola, a turma do futebol, são todos ao mesmo tempo simbolismo que o individuo deva se ajustar para se firmar e ser denominado um “ser humano”. Ele deve seguir um padrão ético em cada uma dessas instituições sociais para não ser excluso, ou seja, mascara-se criando uma falsa identidade para se firmar.
Dentro dessa realidade, podemos dizer que o direito da criança não ser criança, já foi burlada há muito tempo. Os modelismos massificados são a nova prole que fecunda uma educação de fachada que busca na psicologia uma explicação para seu não sucesso.
A má formação docente e a displicência discente caminham lado-a-lado se apoiando uma na outra numa realidade utópica de uma educação que se diz moderna. Onde se perdeu a família e o que é ser professor nos dias atuais?
REFERÊNCIAS:
FIGUEIREDO, L. C. Matrizes do pensamento psicológico. Petrópolis, vozes, 1991.
SILVA, Rafael Bianchi – Desenvolvimento e comportamento humano: pedagogia / Rafael Bianchi Silva, - São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2009.
LAJONQUIÈRE, Leandro – A infância que inventamos e as escolas de ontem e de hoje. Artigo publicado originalmente na Revista Estilos Clínicos, jun. 2003, v. 8, n. 15, p. 140-159.
http://pt.shvoong.com/social-sciences/anthropology/1784040-desenvolvimento-comportamento-humano/ acesso em 06 mai, 2009.
http://www.cdcc.usp.br/quimica/galeria/lavoisier.html . acesso em 15 mai, 2009.
sexta-feira, 15 de maio de 2009
quarta-feira, 13 de maio de 2009
O Poder da Linguagem Oral e Escrita
O Poder da Linguagem Oral e Escrita
Ao abordar a temática desde trabalho, Fundamentos e Metodologias do Ensino da Linguagem Oral e Escrita, pude perceber citações muito importantes sobre o tema em questão.
Tal abordagem trouxe informações que até então parecem pouco discutidas no âmbito da educação. Vários psicólogos e fonoaudiólogos trataram o assunto com relevância tal que devem ser consideradas nesta pesquisa.
A linguagem é um sistema finito de princípios e regras que permitem ao falante codificar significados em sons e ao ouvinte, decodificar sons em significados(ARQUIVO NEUROPSIQUIÁTRICO – 2004)
De acordo com o relatório do Dr. Márcio Pezzine França, o trabalho realizado de pesquisa com crianças que completariam 6 anos de idade no nível B do jardim de Infância do Colégio Farroupilha (Porto Alegre –RS –Brasil),
“...Foi identificar fatores não lingüísticos envolvidos na aquisição fonológica e descrever a relação da aquisição fonológica com alterações na escrita,... atribuindo numericamente a relação entre o desenvolvimento da linguagem oral e escrita em uma população de escolares em que foi possível controlar fatores sócio-econômicos-culturais e variações de metodologias de ensino.
Esse importante trabalho dos pesquisadores, trouxe à tona alguns fatores que interferem nesse processo de aquisição da linguagem tanto oral como escritas, fatores como simples fato da criança que é apegada à chupeta a partir do nascimento e carrega esse hábito por um longo período de tempo em sua vida. Outro fator também descoberto pelos pesquisadores foi u uso da mamadeira, porém, esta com menor relevância, visto que o ato de mamar ocorre em períodos controlados durante o dia, ou seja, a criança fica com a musculatura facial em contato com o bico da mamadeira por pouco tempo, não tanto quanto à chupeta.
Pois bem, Andreia Maria Cavaminami Lugle afirma em seu trabalho que as crianças, mesmo antes do seu nascimento, já manifesta as suas vontades de comunicação. Após o nascimento, ela chora, expressando muitas vezes um desconforto, fome, calor ou frio e assim sucessivamente. Com o passar dos meses, suas vontades de expressão tornam-se mais acentuadas. A criança balbucia pequenas palavras que são entendidas pelas pessoas que circundam o seu mundo. A criança diz “ma” querendo dizer mamãe, “pa”, querendo dizer pai, e reforçar esses balbucios, mesmo que “bonitinhos”, é estar ensinando a criança a falar de forma equivocada. O trabalho de correção dessa fala é um trabalho difícil e duradouro. Os vícios vão se aglomerando e para a criança, uma vez que ela disse alguma coisa e alguém repetiu, ela vai julgar que está certo e continuará, repetindo e repetindo até se habituar àquela forma de linguagem.
Um bebê de quatro meses que emite certa variedade de sons quando está sozinho, por exemplo, poderá, repeti-los nas interações com os adultos ou com as crianças, como forma de estabelecer uma comunicação (BRASIL, 1998, p.125).
De acordo com Nicolau (1999, p.121) existem algum requisitos para que a criança se desenvolva na alfabetização, esse pré-requisitos não obedecem um ordem específica e sim variam de acordo com cada criança. Algumas delas os desenvolverá ao mesmo tempo, e dificilmente se saberá onde começa um e termina outro. O esquema corporal por exemplo, fará com que a criança descubra o potencial do seu corpo, lateralidade, noções de tamnho e espaço, etc. essas descobertas acarretaram num desenvolvimento voltado para o concreto. A criança possui a tendência de copiar os modelos que estão à sua volta, os Pais, professores e assim por diante.
No desenvolvimento espacial e temporal, a criança começa a descobrir o seu ambiente, desviar-se de um móvel ao engatinhar, entrar debaixo da cama, enfim, passar a explorar o ambiente que a cerca.
Ao conseguir relacionar ontem, hoje, depois, a criança terá adquirido a noção de seqüência, tão necessária à leitura e à escrita, pois as palavras se constituem numa seqüência bem determinada de letras e de silabas, e as sentenças, em seqüências de palavras (NICOLAU, 1999, p.122).
A percepção dos sons é muito importante para que a criança aprenda o significado das letras nas palavras, segundo Fortes (2004)
A meta é ouvir semelhanças e diferenças entre os sons das letras quando elas soam nas palavras, preparando a criança para as discriminações necessárias no processo de aprendizagem da leitura e da escrita.
Desenvolver a motricidade é essencial para o desenvolvimento da expressão oral e escrita. A criança é um ser que necessita de vivências concretas e relações estabelecidas de acordo com sua necessidade, dessa forma, todas as atividades devem ser planejadas, considerando a criança em seu contexto social, afetivo e cognitivo, portanto, o educador deve respeitar as fases do desenvolvimento da criança, segundo Ferrero (2001):
I. GARATUJA;
II. PRÉ-SILÁBICA;
III. SILÁBICA;
IV. SILÁBICA-ALFABÉTICA;
V. ALFABÉTICA.
Cada uma dessas fases, representa um estágio no desenvolvimento da criança que foi marcado pelo período de adaptação, anteriormente citado.
O educador deve estar atento para não queimar nenhuma dessas fases. A criança está fadada a aprender e isso irá acontecer de forma gradual e consecutiva, tornando nada mais que a conseqüência de um processo muito bem estudado por estudiosos da educação.
Comentando e refletindo...
O desenvolvimento da linguagem oral e escrita da criança como vimos, nada mais é do que o resultado de um processo que tem inicio desde o nascimento e que vai acontecendo durante o crescimento da criança. Esse processo passa por etapas que devem ser observados tanto pelos pais quanto pelos educadores nas creches e/ou pré-escola.
Os bicos (chupetas), mamadeiras, as palavras bonitinhas ditas pelas crianças, são fatores que irão influenciar no desenvolvimento da linguagem das crianças de forma a prejudicá-las potencialmente. Estudos comprovaram isso.
A criança é uma jóia a ser lapidada e somente poderá sê-lo por alguém devidamente credenciado para tal, nesse caso, um pedagogo capacitado e voltado para a sua função com o amor e o carinho necessário para o bom desenvolvimento de sua profissão.
A criança deve ser estimulada a pronunciar corretamente as palavras de modo a repeti-las sempre que possível. O trabalho do educador é o de conduzir esse aprendizado da melhor forma possível, pesquisando, estudando e aprendendo novas metodologias para lidar com seres tão pequenos e carentes.
Estimular a imaginação por meio de histórias e contos de fadas, musicas, fará com que a criança descubra o mundo grandioso da fantasia que está à sua volta e dele ela irá tirar tudo aquilo que ela precisa para desenvolver a sua escrita e a sua fala segundo critérios estabelecidos.
Ao associar as diversas leituras de textos infantis e de mundo ao seu conhecimento do esquema corporal e espacial, a criança passa associar a importância do seu ser, com a necessidade de se fazer reconhecer através do verbal e da escrita. Começando então na escola através da ludicidade e do aprendizado, a aceitação de suas semelhança e diferenças, a inclusão de classes e junto a isso a inclusão social de ideais, do ser humano, ato e diversidade de comunicação.
REFERÊNCIAS
BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental. Referencial curricular nacional para a educação infantil. Brasília: MEC/SEF, 1998.
FERRERO, Emilia. Reflexões sobre a alfabetização. 24. Ed. São Paulo: Cortez, 2001.
NICOLAU, Marieta Lucia Machado. A educação pré-escolar: fundamentos da didática. Saõ Paulo: Ática, 1999.
FRANÇA, Marcio Pezzine, Clarice Lehnen Wolf, Sônia Moojen, Newra Tellechea Rota – Aquisição da linguagem oral – relação e risco para a linguagem escrita – discurso – agosto, 2003
http://www.webartigos.com/articles/5745/1/o-desenvolvimento-da-linguagem-oral-e-escrita-da-crianca-de-0-a-6-anos/pagina1.html acesso em 12 mai. 2009.
Ao abordar a temática desde trabalho, Fundamentos e Metodologias do Ensino da Linguagem Oral e Escrita, pude perceber citações muito importantes sobre o tema em questão.
Tal abordagem trouxe informações que até então parecem pouco discutidas no âmbito da educação. Vários psicólogos e fonoaudiólogos trataram o assunto com relevância tal que devem ser consideradas nesta pesquisa.
A linguagem é um sistema finito de princípios e regras que permitem ao falante codificar significados em sons e ao ouvinte, decodificar sons em significados(ARQUIVO NEUROPSIQUIÁTRICO – 2004)
De acordo com o relatório do Dr. Márcio Pezzine França, o trabalho realizado de pesquisa com crianças que completariam 6 anos de idade no nível B do jardim de Infância do Colégio Farroupilha (Porto Alegre –RS –Brasil),
“...Foi identificar fatores não lingüísticos envolvidos na aquisição fonológica e descrever a relação da aquisição fonológica com alterações na escrita,... atribuindo numericamente a relação entre o desenvolvimento da linguagem oral e escrita em uma população de escolares em que foi possível controlar fatores sócio-econômicos-culturais e variações de metodologias de ensino.
Esse importante trabalho dos pesquisadores, trouxe à tona alguns fatores que interferem nesse processo de aquisição da linguagem tanto oral como escritas, fatores como simples fato da criança que é apegada à chupeta a partir do nascimento e carrega esse hábito por um longo período de tempo em sua vida. Outro fator também descoberto pelos pesquisadores foi u uso da mamadeira, porém, esta com menor relevância, visto que o ato de mamar ocorre em períodos controlados durante o dia, ou seja, a criança fica com a musculatura facial em contato com o bico da mamadeira por pouco tempo, não tanto quanto à chupeta.
Pois bem, Andreia Maria Cavaminami Lugle afirma em seu trabalho que as crianças, mesmo antes do seu nascimento, já manifesta as suas vontades de comunicação. Após o nascimento, ela chora, expressando muitas vezes um desconforto, fome, calor ou frio e assim sucessivamente. Com o passar dos meses, suas vontades de expressão tornam-se mais acentuadas. A criança balbucia pequenas palavras que são entendidas pelas pessoas que circundam o seu mundo. A criança diz “ma” querendo dizer mamãe, “pa”, querendo dizer pai, e reforçar esses balbucios, mesmo que “bonitinhos”, é estar ensinando a criança a falar de forma equivocada. O trabalho de correção dessa fala é um trabalho difícil e duradouro. Os vícios vão se aglomerando e para a criança, uma vez que ela disse alguma coisa e alguém repetiu, ela vai julgar que está certo e continuará, repetindo e repetindo até se habituar àquela forma de linguagem.
Um bebê de quatro meses que emite certa variedade de sons quando está sozinho, por exemplo, poderá, repeti-los nas interações com os adultos ou com as crianças, como forma de estabelecer uma comunicação (BRASIL, 1998, p.125).
De acordo com Nicolau (1999, p.121) existem algum requisitos para que a criança se desenvolva na alfabetização, esse pré-requisitos não obedecem um ordem específica e sim variam de acordo com cada criança. Algumas delas os desenvolverá ao mesmo tempo, e dificilmente se saberá onde começa um e termina outro. O esquema corporal por exemplo, fará com que a criança descubra o potencial do seu corpo, lateralidade, noções de tamnho e espaço, etc. essas descobertas acarretaram num desenvolvimento voltado para o concreto. A criança possui a tendência de copiar os modelos que estão à sua volta, os Pais, professores e assim por diante.
No desenvolvimento espacial e temporal, a criança começa a descobrir o seu ambiente, desviar-se de um móvel ao engatinhar, entrar debaixo da cama, enfim, passar a explorar o ambiente que a cerca.
Ao conseguir relacionar ontem, hoje, depois, a criança terá adquirido a noção de seqüência, tão necessária à leitura e à escrita, pois as palavras se constituem numa seqüência bem determinada de letras e de silabas, e as sentenças, em seqüências de palavras (NICOLAU, 1999, p.122).
A percepção dos sons é muito importante para que a criança aprenda o significado das letras nas palavras, segundo Fortes (2004)
A meta é ouvir semelhanças e diferenças entre os sons das letras quando elas soam nas palavras, preparando a criança para as discriminações necessárias no processo de aprendizagem da leitura e da escrita.
Desenvolver a motricidade é essencial para o desenvolvimento da expressão oral e escrita. A criança é um ser que necessita de vivências concretas e relações estabelecidas de acordo com sua necessidade, dessa forma, todas as atividades devem ser planejadas, considerando a criança em seu contexto social, afetivo e cognitivo, portanto, o educador deve respeitar as fases do desenvolvimento da criança, segundo Ferrero (2001):
I. GARATUJA;
II. PRÉ-SILÁBICA;
III. SILÁBICA;
IV. SILÁBICA-ALFABÉTICA;
V. ALFABÉTICA.
Cada uma dessas fases, representa um estágio no desenvolvimento da criança que foi marcado pelo período de adaptação, anteriormente citado.
O educador deve estar atento para não queimar nenhuma dessas fases. A criança está fadada a aprender e isso irá acontecer de forma gradual e consecutiva, tornando nada mais que a conseqüência de um processo muito bem estudado por estudiosos da educação.
Comentando e refletindo...
O desenvolvimento da linguagem oral e escrita da criança como vimos, nada mais é do que o resultado de um processo que tem inicio desde o nascimento e que vai acontecendo durante o crescimento da criança. Esse processo passa por etapas que devem ser observados tanto pelos pais quanto pelos educadores nas creches e/ou pré-escola.
Os bicos (chupetas), mamadeiras, as palavras bonitinhas ditas pelas crianças, são fatores que irão influenciar no desenvolvimento da linguagem das crianças de forma a prejudicá-las potencialmente. Estudos comprovaram isso.
A criança é uma jóia a ser lapidada e somente poderá sê-lo por alguém devidamente credenciado para tal, nesse caso, um pedagogo capacitado e voltado para a sua função com o amor e o carinho necessário para o bom desenvolvimento de sua profissão.
A criança deve ser estimulada a pronunciar corretamente as palavras de modo a repeti-las sempre que possível. O trabalho do educador é o de conduzir esse aprendizado da melhor forma possível, pesquisando, estudando e aprendendo novas metodologias para lidar com seres tão pequenos e carentes.
Estimular a imaginação por meio de histórias e contos de fadas, musicas, fará com que a criança descubra o mundo grandioso da fantasia que está à sua volta e dele ela irá tirar tudo aquilo que ela precisa para desenvolver a sua escrita e a sua fala segundo critérios estabelecidos.
Ao associar as diversas leituras de textos infantis e de mundo ao seu conhecimento do esquema corporal e espacial, a criança passa associar a importância do seu ser, com a necessidade de se fazer reconhecer através do verbal e da escrita. Começando então na escola através da ludicidade e do aprendizado, a aceitação de suas semelhança e diferenças, a inclusão de classes e junto a isso a inclusão social de ideais, do ser humano, ato e diversidade de comunicação.
REFERÊNCIAS
BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental. Referencial curricular nacional para a educação infantil. Brasília: MEC/SEF, 1998.
FERRERO, Emilia. Reflexões sobre a alfabetização. 24. Ed. São Paulo: Cortez, 2001.
NICOLAU, Marieta Lucia Machado. A educação pré-escolar: fundamentos da didática. Saõ Paulo: Ática, 1999.
FRANÇA, Marcio Pezzine, Clarice Lehnen Wolf, Sônia Moojen, Newra Tellechea Rota – Aquisição da linguagem oral – relação e risco para a linguagem escrita – discurso – agosto, 2003
http://www.webartigos.com/articles/5745/1/o-desenvolvimento-da-linguagem-oral-e-escrita-da-crianca-de-0-a-6-anos/pagina1.html acesso em 12 mai. 2009.
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